Mariana Becker relembra perrengues na F1 e conta como chegou à Malásia sem malas

Mariana Becker
Com a aproximação do Grande Prêmio do Brasil, Mariana Becker falou sobre a rotina intensa de acompanhar a Fórmula 1 pelo mundo e os imprevistos que já enfrentou nas viagens. Em entrevista à revista Quem, a jornalista disse que chega a Interlagos com uma sensação especial: para ela, a etapa em São Paulo é como voltar para casa depois de passar boa parte do ano em outros países. Mariana contou que costuma se preparar para contratempos levando vários itens na mochila. “Volta e meia enfrento perrengues, já estou meio acostumada”, afirmou. Entre os objetos que carrega estão remédios e meias extras, uma precaução que ganhou importância depois de uma viagem recente em que desembarcou na Malásia sem as malas e precisou comprar tudo novamente. A jornalista, de 55 anos, começou a cobrir automobilismo em reportagens do Rally dos Sertões e está há mais de 15 anos baseada em Mônaco. Ao falar sobre o GP brasileiro, ela destacou o prazer de receber profissionais e pilotos em um circuito que conhece há muitos anos. Segundo Mariana, Interlagos também permite que ela compartilhe com os visitantes aspectos da cultura local e indique lugares da cidade. A temporada de 2026 marca uma nova etapa profissional para Becker, que passou a atuar como comentarista depois de anos como repórter. Ela também disse estar animada com a perspectiva de o Brasil ter dois pilotos na pista em 2027: Gabriel Bortoleto, pela Audi, e Rafael Câmara, pela Haas. Na avaliação dela, a presença dos dois aumenta o interesse da cobertura e traz histórias e personalidades diferentes para acompanhar. Mariana afirmou ainda que a expectativa em torno de pilotos brasileiros tem raízes na história do país no automobilismo. Ela citou tanto os campeões mundiais quanto outros nomes que marcaram a modalidade e avaliou que contar com dois representantes dá ainda mais força à atenção dedicada ao Brasil.
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